Eduardo Coutinho e a teoria do “cinema de conversa”

Autores/as

  • Alexandre Rafael Garcia Unespar
  • Débora Regina Opolski IFPR

Resumen

El artículo analiza el cine de Eduardo Coutinho a partir de la noción de “cine de conversación”, entendida como un modo documental en el que la oralidad, la escucha y la presencia del cuerpo organizan la estructura narrativa y la mise en scène. Basado en la Teoría de Cineastas, articula reflexiones del propio Coutinho y utiliza imágenes espectrales de la banda sonora para observar cómo las voces se manifiestan y adquieren densidad estética en las películas documentales.




Biografía del autor/a

Alexandre Rafael Garcia, Unespar

Alexandre Rafael Garcia é professor da Unespar, nos cursos Bacharelado em Cinema e Audiovisual e Programa de Pós-Graduação em Cinema e Vídeo. Doutor em História na UFPR, mestre em Multimeios no Instituto de Artes da Unicamp e bacharel em Cinema pela Faculdade de Artes do Paraná. Criador, produtor e diretor da série de vídeo ensaios Dicionário de Cinema e coordenador editorial da Coleção Escrever o Cinema. Autor do livro "Contos morais e o cinema de Éric Rohmer" (A Quadro, 2021) e organizador, junto com Débora Opolski, do livro "Cinema, criação e reflexão: 10 anos de Cinecriare" (Letraria, 2024). Integra o grupo de pesquisa Cinecriare – Cinema: Criação e Reflexão.

Débora Regina Opolski, IFPR

Débora Opolski é professora do curso técnico em Produção de áudio e vídeo do IFPR e da Pós-Graduação em cinema e artes do vídeo (PPG-CINEAV), da Unespar. Doutora em Comunicação e Linguagens. Integra o grupo de pesquisa Cinecriare – Cinema: Criação e Reflexão. Autora dos livros "Introdução ao desenho de som" (2013, UFPB) e "Edição de diálogos no cinema" (2021, UFPR). Organizadora, junto com Alexandre Rafael Garcia, do livro "Cinema, criação e reflexão: 10 anos de Cinecriare" (Letraria, 2024). Trabalha com criação sonora no audiovisual, tendo editado sons para diversos filmes brasileiros, como "Tropa de Elite" 1 e 2 (José Padilha, 2007 e 2010), "Ensaio sobre a Cegueira" (Fernando Meirelles, 2008), "A mesma parte de um homem" (Ana Johann, 2021) e "O sol das mariposas" (Fábio Allon, 2024).

Publicado

2026-03-31