A produção científica docente nas universidades federais no interior do Brasil: uma análise nos Cursos de Jornalismo de 2013 a 2017

Paulo Eduardo Silva Lins Cajazeira

Resumo


Analisa a produção científica de docentes vinculados aos Cursos de Bacharelado em Jornalismo, abertos por meio de políticas públicas de expansão e interiorização em universidades federais no período de 2013 a 2017. Este recorte, justifica-se pela necessidade em conhecer a produção científica em regiões que receberam novas universidades públicas, campi, cursos superiores e docentes. A comunicação científica está associada aos canais que transferem o conhecimento produzido no âmbito de um determinado grupo cujo saber, particularmente o de caráter especializado, é produzido sob determinadas estratégias de construção. Esse conhecimento gerado será o resultado da consolidação e comunicação capaz de ser determinado como um produto socialmente constituído: a Ciência.


Palavras-chave


pprodução científica; cursos de jornalismo; reuni; políticas públicas sociais.

Texto Completo:

PDF

Referências


(2007). Reuni [recurso eletrônico]: Reestruturação e expansão das universidades federais. Diretrizes gerais. Brasília.

Aquino, E. (2006). Gênero e Ciência no Brasil: Contribuições para Pensar a Ação Política na Busca da Equidade. Pensando gênero e ciência. Encontro Nacional de Núcleos e Grupos de Pesquisa. Brasília: Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres. Disponível em: https://bit.ly/2EAUYqF. Acesso em 17 dez. 2018.

Braga, M. (2002). Mestres e doutores formados no país em nove áreas: características dos titulados e aspectos da trajetória acadêmica. In J. Veloso, Pós-graduação no Brasil: 17 formação e trabalho de mestres e doutores no país (pp. 373-392). Brasília: CAPES, UNESCO.

BRASIL (2007). Decreto Nº 6.096, de 24 de abril de 2007. Institui o Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais – REUNI.

BRASIL (2014). Ministério da Educação. Secretaria de Educação Superior. A democratização e expansão da educação superior no país 2003 – 2014. Brasília, 2014b.

BRASIL (1996). Lei n° 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Presidência da República. Brasília. Disponível em: www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9394.htm. Acesso em: 23/10. 2018.

BRASIL (2001). Lei n° 10.172, de 09 de janeiro de 2001. Aprova o Plano Nacional de Educação e dá outras providências. Presidência da República. Brasília. Disponível em: www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/leis_2001/l10172.htm. Acesso em: 23/10. 2018.

BRASIL (2014). Lei n° 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação – PNE e dá outras providências. Presidência da República. Brasília. Disponível em: 23/10. 2018. www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13005.htm. Acesso em: 23/10. 2018.

Brenes, A. (1991). História da parturição no Brasil, século XIX. Cad. Saúde Pública, 7(2): 135-149. Jun.

Cajazeira, P. et al. (2017). O Ensino do Telejornalismo nas Universidades Federais do Nordeste em Tempos De Convergência Digital. Anais do XIX Congresso De Ciências da Comunicação na Região Nordeste. Fortaleza.

CNPQ (1999). Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil. A pesquisa no Brasil. Brasília.

CNPQ (s.d.). A Plataforma Lattes. Disponível em http://lattes.cnpq.br/. Acesso em 30 de Nov 2018.

Creswell, J. (2007). Projeto de Pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto. 2 ed. Porto Alegre: Artmed.

Lemoine,W. (1992). Productivity patterns of men and women scientists in Venezuela. Scientometrics, 24(2): 281-295.

Leta, J. (2003). As mulheres na ciência brasileira: crescimento, contrastes e um perfil de sucesso. Estudos Avançados, 17(49): 1-14.

Mueller, S. (2005). A publicação da ciência: áreas científicas e seus canais preferenciais. Data-GramaZero: Revista de Ciência da Informação, 6(1), fev. Disponível em: http://inseer.ibict.b

r/ancib/index.php/tpbci/article/view/11/9. Acesso em: 11 nov. 2018.

Noordenbos, G. (2002). Women in academies of sciences: from exclusion to exception. Women’s Studies International Forum, 25(1): 127-37.

Olinto, G. (2003). Mulheres e Jovens na Liderança da Pesquisa no Brasil – Análise das Bolsas

de Pesquisador do CNPq. Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação,

Belo Horizonte. Anais do V ENANCIB. Belo Horizonte: UFMG. Disponível em

http://ridi.ibict.br/handle/123456789/320. Acesso em 18 dez. 2018.

PDE. (2007). O Plano de Desenvolvimento da Educação [recurso eletrônico]: Razões, princípios e

programas. Ministério da Educação. Brasília. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/arquiv

os/livro/livro.pdf. Acesso em: 23/10. 2018.

Plano Nacional de Educação 2014-2024 (2014). [recurso eletrônico]: Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014, que aprova o Plano Nacional de Educação (PNE) e dá outras providências. – Brasília: Câmara dos Deputados, Edições Câmara.

Saviani, D. (2012). Origem e desenvolvimento da pedagogia histórico-crítica. Disponível em: www.fe.unicamp.br/eventos/ged/histedbr2016/xhistedbr/paper/view/887/181. Acesso em: 18 nov. 2018.

Schienbinger, L. (2001). O feminismo mudou a ciência?. Bauru: EDUSC.

Schumaher, S. & Brazil, E. (org.) (2002). Dicionário das Mulheres do Brasil: de 1500 até a atualidade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor.

Silva, E. (1998). Gênero e ciência: interpretações feministas e distinções locais. Leeds: University of Leeds, jul. Mimeo.

Tosi, L. (1998). Mulher e ciência: a Revolução Científica, a caça às bruxas e a ciência. Cadernos Pagu, (10): 369-97.

Velho, L. & Leon, E. (1998). A construção social da produção científica por mulheres. Cadernos Pagu, (10): 309-343. Campinas, SP: Núcleo de Estudos de Gênero/UNICAMP.

Waitz, I. & Arantes, M. (2009). Avaliação do ensino superior e a prática docente. Anuário da Produção Acadêmica Docente, Valinhos, 3(6): 249-262.


Apontadores

  • Não há apontadores.


Licença URL: https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/deed.pt_PT