O espectador de Eduardo Coutinho: um estudo de Moscou

Helena Oliveira Teixeira de Carvalho, Nilson Assunção Alvarenga

Resumo


O cinema cria as condições de possibilidades para que determinado espectador seja alcançado. Nesse sentido, o artigo pretende analisar e discutir como as operações cinematográficas trabalhadas por Eduardo Coutinho em Moscou (2009) criam condições de possibilidades de experiência para que o observador se submeta a um processo de subjetivação e torne-se outro, de forma que o filme crie seu próprio
espectador.


Palavras-chave


espectador; subjetivação; zona de indeterminação; experiência

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Referências


Agamben, G. (2006). A potência do pensamento. Revista do Departamento de Psicologia – UFF, 18(1). Niterói.

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Guimarães, C. (2016). Mil maneiras de ir em direção ao real. In A. Bazin, O realismo impossível (sel., trad., intr. e notas M. Coutinho). Belo Horizonte: Autêntica Editora, 1ª ed.

Lins, C. (2013). O cinema de Eduardo Coutinho: entre o personagem fabulador e o espectador-montador. In M. Ohata (org.), Eduardo Coutinho (pp. 375-388). São Paulo: Cosac Naify.

Filmografia

Moscou (2009), de Eduardo Coutinho.


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