Todo cinema é uma política

Sylvia Beatriz Bezerra Furtado

Resumo


Este trabalho trata sobre a obra fílmica Diário, da brasileira Marilá Dardot, cuja questão central é a escrita das manchetes publicadas em jornais do México, e dois filmes Quicksand e Promised Land, do dinamarquês Nicolal Bendix Skyum Larsen, em torno de questões de migrações. Nos diálogos entre as obras, analisamos as formas do documentário como modos de dar a ver, ou seja, como uma partilha do sensível, entendendo que todo cinema é uma política.


Palavras-chave


documentário; Marilá Dardot; Nicolal Larsen; obras fílmicas

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Referências


Didi-Huberman, G. (2012). Quando as imagens tocam o real. (trad. P. Carmello & V. Casa Nova). Revista da Escola de Belas Artes da UFMG, Belo Horizonte. Disponível em: www.eba.ufmg.br/revistapos/index.php/pos/article/view File/60/62.

Didi-Huberman, G. (2014). A imagem sobrevivente: História da arte e tempo dos fantasmas segundo Aby Waburg. (trad. V. Ribeiro). Rio de Janeiro: Contraponto/Museu de Arte do Rio de Janeiro.

Didi-Huberman, G. & Giannari, N. (2018). Pasar, cueste lo que cueste. [s/l.]: Contracampo/Shangrilla. Disponível em: https://shangrilaediciones.com.

Emcke, C. (2017). Contro l’Odio. Milão: La nave di Teseo/I Fari.

Rancière, J. (2018). Figuras da História. São Paulo: Editora da Unesp.

Rancière, J. (2005). A partilha do sensível. São Paulo: Editora 34.

Filmografia

Diário (2015), de Marilá Dardot.

Promised Land (2011), de Nicolal Bendix Skyum Larsen.

Quicksand (2017), de Nicolal Bendix Skyum Larsen.

Des spectres hantent l’Europe (2016), de Maria Kourkouta e Niki Giannari.

Site consultados

www.publico.pt/2018/06/18/mundo/noticia/criancas-sao-mantidas-em-gaiolas-na-fronteira-dos-eua-1834710.

www.bbc.com/portuguese/ciencia/030129_afeganaturezarg.shtml.


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