Reflexões sobre as imagens de arquivo na construção de Marta Rodríguez de uma outra memória colombiana: o caso Soraya, amor no es olvido

Gabriel F. Marinho, Marina Cavalcanti Tedesco

Resumo


Nascida em Bogotá, em 1933, Marta Rodríguez pode ser considerada sem nenhum exagero uma das maiores documentaristas da atualidade. Tal afirmação se sustenta, primeiramente, em suas mais de cinco décadas de atuação. Ela começa a dirigir seu longa-metragem de estreia em 1964 e se mantém ativa até hoje, sem interrupções na carreira – algo extremamente raro na biografia de qualquer cineasta latino-americano, e em especial no caso de uma mulher.


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