(Auto)biografia e performance em Stories We Tell (2012), de Sarah Polley

Pedro Henrique Trindade Kalil Auad

Resumo


Este artigo investiga os procedimentos adotados no documentário (auto)biográfico Stories We Tell, de Sarah Polley. Para tal empreitada, nos debruçamos sobre o coro de vozes que compõe o filme e a falta de hierarquia entre imagens de arquivo e as imagens recriadas. Dessa forma, seria possível pensar em uma teoria da autobiografia pleiteada pela autora, assim como a sua função performativa de construção de histórias.

Palavras-chave


documentário; Sarah Polley; autobiografia.

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Referências


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Filmografia

F for Fake (1973), de Orson Welles.

I Am a sex addict (2005), de Caveh Zahedi.

Sink or Swim (1990), de Su Friedrich.

Stories We Tell (2012), de Sarah Polley.

The Thin Blue Line (1988), de Errol Morris.


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