``Maneiras diferentes de trabalhar com a verdade’’: A criação visual do universo fictício no documentário Que bom te ver viva de Lucia Murat

Jéssica Kelly Rodrigues de Andrade Silva

Resumo


A presente pesquisa teve por objetivo investigar, através da análise fílmica do longa-metragem documental Que bom te ver viva (1989), de Lúcia Murat, possibilidades de criação visual de um universo fictício inserido em um filme documental, através do hibridismo de características dos dois gêneros cinematográficos.


Palavras-chave


Lúcia Murat; Que bom te ver viva; documentário; ficção; mulher

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