A Experiência Metafísica da Alta Montanha

Adriana Veríssimo

Resumo


Lugar simbólico ou espaço geográfico? Santuário de revelação do divino ou complexa formação geológica que atesta a presença de tempos arcaicos? Espaço inacessível, oscilando entre motivo de medo e impressão de fascínio?
Do elenco muito amplo das representações histórico-culturais da Montanha, em muitos casos contrastantes, elegemos três posições filosóficas exemplares que descrevem a ascensão enquanto experiência humana que se perfaz na tensão entre física e metafísica.


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Referências


Francesco Petrarca, “Carta a Dionigi da Borgo Santo Sepolcro”, in Familiarium rerum libri, IV, I; ed. crítica de V. Rossi, Firenze, 1923-1924; Carta do Monte Ventoso”, apresentação e tradução de Paula Oliveira e Silva, Philosophica, Lisboa, 29 (2007), 145-154.

Paysage. Fonction de l’esthétique dans la société moderne, Les Éditions de L’Imprimeur, 1997. Cotejada com a trad. Francesa

Joachim Ritter, "Landschaft. Zur Funktion des Ästhetischen in der modernen Gesellschaft". Discurso de posse como Reitor da Universidade de Münster (1962), teve a primeira publicação in Schriften zur Förderung der Westfälischen Wilhelms Universität zu Münster, Heft 54, 1963; reimpressão em Id., Subjektivität, Frankfurt am Main: Suhrkamp, 1974, pp. 141 163.

GSG = Georg Simmel Gesamtausgabe, hrsg. von Otthein Rammsted, Frank¬furt a.M., Suhrkamp, 1989 ss.

"Die Alpen" (1911), GSG, Bd.14 (Hauptprobleme der Philosophie. Philosophische Kultur), 296 303.

Trad. Port. AVS …


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